Calculadora de juros compostos

O dia em que o seu dinheiro passa a trabalhar mais que você.

Toda calculadora te mostra o montante no fim. Esta te mostra o que importa de verdade: o ponto de virada — o ano em que os juros de um único mês passam a render mais do que tudo o que você depositou nele. É aí que a bola de neve começa pra valer.

Valor inicialR$ 5.000
R$ 0R$ 500 mil
Aporte por mêsR$ 1.000
R$ 0R$ 15 mil
Taxa de juros10% a.a.
1%20%
Período20 anos
1 ano40 anos
Sem cadastro. Cálculo na hora. Projeção educacional — não considera impostos nem inflação.
Exemplo: R$ 5.000 + R$ 1.000/mês a 10% a.a. por 20 anos
Toque em “Ver a bola de neve” para revelar o montante, o ponto de virada e a linha do tempo.
Juros compostos
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O que são juros compostos?

Juros compostos são os juros que rendem sobre o capital inicial e sobre os juros já acumulados — o famoso “juro sobre juro”. A cada período, o rendimento é reincorporado ao saldo e passa a render também. É por isso que o dinheiro cresce de forma exponencial no longo prazo, e não em linha reta.

A fórmula dos juros compostos

Para um valor único, sem aportes mensais:

M = C × (1 + i)t

em que M é o montante final, C o capital inicial, i a taxa por período (em decimal) e t o número de períodos. Com aportes mensais constantes (PMT), soma-se o valor futuro da série de depósitos:

M = C × (1 + i)t + PMT × [ (1 + i)t − 1 ] ÷ i

A calculadora acima resolve exatamente essa conta, mês a mês — e marca o ponto de virada. A taxa anual vira mensal por composição: i = (1 + taxa anual)1/12 − 1.

Exemplo: R$ 1.000 por mês a 10% ao ano

Começando com R$ 5.000 e aportando R$ 1.000 por mês a 10% ao ano (≈ 0,80% ao mês):

  • Em 10 anos: ≈ R$ 213 mil — você depositou R$ 125 mil; cerca de R$ 88 mil são juros.
  • Em 20 anos: ≈ R$ 752 mil — depositou R$ 245 mil; mais de R$ 500 mil são só juros.
  • O ponto de virada chega por volta do ano 7: a partir daí, o rendimento de um único mês já supera o seu aporte — o dinheiro passa a trabalhar mais que você.

Repare que o patrimônio mais que triplica entre o ano 10 e o ano 20, com o mesmo aporte. É o efeito bola de neve — e ele depende muito mais de tempo do que do valor que você consegue guardar.

Juros simples ou juros compostos?

Nos juros simples, o rendimento incide só sobre o capital inicial — crescimento em linha reta. Nos compostos, os rendimentos são reinvestidos e passam a render também — crescimento que acelera. Em poucos meses a diferença é pequena; em 20 ou 30 anos, é enorme. O detalhe que muita gente esquece: os juros só compõem se os rendimentos forem efetivamente reinvestidos em algo que renda — por isso reinvestir os dividendos faz tanta diferença.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

São os juros que rendem sobre o capital inicial e também sobre os juros já acumulados. Os rendimentos são reincorporados ao montante e passam a render também — o famoso 'juro sobre juro'. É isso que faz o dinheiro crescer de forma exponencial no longo prazo, e não linear.
É o mês em que o rendimento do período passa a ser maior que o seu próprio aporte mensal. A partir daí, o seu dinheiro trabalha mais que você: a maior parte do crescimento vem dos juros, não dos depósitos. Quanto maior o aporte, o retorno e o tempo, mais cedo esse ponto chega.
Nos simples, o rendimento incide só sobre o capital inicial — crescimento linear. Nos compostos, os rendimentos são reinvestidos e passam a render também — crescimento exponencial. Em prazos longos, a diferença a favor dos compostos é enorme.
Três alavancas: tempo (começar cedo é mais poderoso que começar com muito), aporte constante (regularidade vence picos) e retorno (onde você investe). E o detalhe que muita gente esquece: os juros só compõem se os rendimentos forem efetivamente reinvestidos em algo que renda.
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Calculadora educacional do Sardinha. Projeção baseada em juros compostos com taxa fixa e aportes constantes; a realidade varia. Não considera inflação, impostos ou taxas. Não é recomendação de compra, venda ou investimento, nem promessa de retorno. Investir envolve risco.

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