Revisão dos FIIs dentro da amostra
O método de FIIs foi revisado em 30/08/2026 olhando estes mesmos anos; o resultado dos FIIs não é um teste independente (a prova forward está no /indice).
Reconstruímos a Grade Sardinha ano a ano com dados oficiais da época (CVM, B3); nos proventos de FIIs, completados pelo Fundamentus quando falta o oficial — ver limitações. Depois medimos quanto rendeu cada faixa de critérios nos 12 meses seguintes. Sem olhar para o futuro nos dados: cada cesta simulada usa o que estava publicado na época (exceções declaradas: escala das ações em ano de desdobramento; nos FIIs, o método foi revisado em 30/08/2026 olhando estes mesmos anos — ver limitações), mas dentro da amostra (in-sample: o método foi definido conhecendo este período). O teste que importa não é o Núcleo ganhar — é a faixa Evitar perder. Se as notas baixas não perdem, o método não separa nada. Leia as limitações antes dos números ↓
Faixas e Universo: simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro · Ibovespa: histórico não prevê resultado futuro.
| Ponto | Núcleo | Sólido | Médio | Evitar | Ibovespa |
|---|---|---|---|---|---|
| jun/21 | R$ 10.000 (0,0%) | R$ 10.000 (0,0%) | R$ 10.000 (0,0%) | R$ 10.000 (0,0%) | R$ 10.000 (0,0%) |
| jun/22 | R$ 8.574 (−14,3%) | R$ 7.536 (−24,6%) | R$ 7.361 (−26,4%) | R$ 5.258 (−47,4%) | R$ 7.771 (−22,3%) |
| jun/23 | R$ 11.088 (+10,9%) | R$ 10.575 (+5,8%) | R$ 9.512 (−4,9%) | R$ 6.815 (−31,9%) | R$ 9.312 (−6,9%) |
| jun/24 | R$ 11.170 (+11,7%) | R$ 11.233 (+12,3%) | R$ 8.839 (−11,6%) | R$ 6.173 (−38,3%) | R$ 9.771 (−2,3%) |
| jun/25 | R$ 13.599 (+36,0%) | R$ 13.008 (+30,1%) | R$ 9.342 (−6,6%) | R$ 8.561 (−14,4%) | R$ 10.879 (+8,8%) |
| jun/26 | R$ 14.290 (+42,9%) | R$ 14.776 (+47,8%) | R$ 9.827 (−1,7%) | R$ 8.294 (−17,1%) | R$ 13.478 (+34,8%) |
Faixas e Universo: simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro · Ibovespa: histórico não prevê resultado futuro.
Evitar ficou 30,4 p.p. abaixo do Universo no acumulado, e abaixo dele em 4 de 5 janelas. As duas medidas têm o mesmo viés de sobrevivência.
Faixas e Universo: simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro · Ibovespa: histórico não prevê resultado futuro.
| Janela | Núcleo | Sólido | Médio | Evitar | Ibovespa |
|---|---|---|---|---|---|
| jun/21 → jun/22 | −14,3% | −24,6% | −26,4% | −47,4% | −22,3% |
| jun/22 → jun/23 | +29,3% | +40,3% | +29,2% | +29,6% | +19,8% |
| jun/23 → jun/24 | +0,7% | +6,2% | −7,1% | −9,4% | +4,9% |
| jun/24 → jun/25 | +21,8% | +15,8% | +5,7% | +38,7% | +11,3% |
| jun/25 → jun/26 | +5,1% | +13,6% | +5,2% | −3,1% | +23,9% |
Faixas e Universo: simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro · Ibovespa: histórico não prevê resultado futuro.
| Janela | Núcleo | Sólido | Médio | Evitar |
|---|---|---|---|---|
| jun/21 → jun/22 | +8,0 p.p. | −2,3 p.p. | −4,1 p.p. | −25,1 p.p. |
| jun/22 → jun/23 | +9,5 p.p. | +20,5 p.p. | +9,4 p.p. | +9,8 p.p. |
| jun/23 → jun/24 | −4,2 p.p. | +1,3 p.p. | −12,0 p.p. | −14,3 p.p. |
| jun/24 → jun/25 | +10,5 p.p. | +4,5 p.p. | −5,6 p.p. | +27,4 p.p. |
| jun/25 → jun/26 | −18,8 p.p. | −10,3 p.p. | −18,7 p.p. | −27,0 p.p. |
Faixas e Universo: simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro · Ibovespa: histórico não prevê resultado futuro.
| Janela | Núcleo6–7 de 7 critérios | Sólido5 de 7 critérios | Médio3–4 de 7 critérios | Evitar0–2 de 7 critérios | Universotodos os elegíveis | Ibovespa |
|---|---|---|---|---|---|---|
| jun/21 → jun/22 | −14,3%(8 medidos de 9) | −24,6%(24) | −26,4%(46) | −47,4%(24) | −30,0%(102 medidos de 103) | −22,3% |
| jun/22 → jun/23 | +29,3%(30) | +40,3%(30) | +29,2%(32 medidos de 35) | +29,6%(18 medidos de 19) | +32,3%(110 medidos de 114) | +19,8% |
| jun/23 → jun/24 | +0,7%(10) | +6,2%(33 medidos de 34) | −7,1%(36 medidos de 38) | −9,4%(33 medidos de 34) | −3,2%(112 medidos de 116) | +4,9% |
| jun/24 → jun/25 | +21,8%(19) | +15,8%(32) | +5,7%(35 medidos de 36) | +38,7%(30 medidos de 32) | +19,6%(116 medidos de 119) | +11,3% |
| jun/25 → jun/26 | +5,1%(17) | +13,6%(31 medidos de 33) | +5,2%(40 medidos de 41) | −3,1%(26 medidos de 31) | +5,6%(114 medidos de 122) | +23,9% |
| Acumulado (reinvestido) | +42,9% | +47,8% | −1,7% | −17,1% | +13,3% | +34,8% |
| Acima do Ibovespa | 3 de 5 | 3 de 5 | 1 de 5 | 2 de 5 | 2 de 5 | — |
Retorno total SIMULADO (proventos brutos reinvestidos), cesta simulada de pesos iguais classificada com o fechamento do último pregão de junho e medida do primeiro pregão a partir de 30/06 (em 2024, 01/07) até o mesmo ponto do ano seguinte. Entre parênteses: nº de ativos com retorno medido no corte (“N medidos de M” quando parte dos membros não tem série completa na janela). As faixas contam critérios cumpridos — a escala do backtest é linear, não a curva da Grade exibida na plataforma.
Faixas e Universo: simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro · IFIX: histórico não prevê resultado futuro.
| Variante | Núcleo 23→24 | Núcleo 24→25 | Núcleo 25→26 | Acum. Núcleojun/2023 → jun/2026 | Acum. Sólidojun/2023 → jun/2026 | Acum. Evitarjun/2023 → jun/2026 |
|---|---|---|---|---|---|---|
MÉTODO VIVO papel: 0,85 ≤ P/VP < 1tijolo/FoF: P/VP < 1 e VP/cota não caiu > 5% em 12myield ≥ mediana da CLASSE oficial≥ 10 meses pagos | +12,5%(35 medidos de 36) | +3,3%(43 medidos de 50) | +9,0%(46 medidos de 52) | +26,6% | +16,3% | +0,7% |
CANDIDATA v2 só em fundos com PL ≥ R$ 150 mi e ≥ 18 informes na data2023-24 vazia: a base de informes começa em 2022 | — | +3,0%(37 medidos de 42) | +10,9%(39 medidos de 45) | — | — | — |
EXPLORATÓRIA · MESMAS REGRAS DO VIVO declarada antes de rodar, depois do teste principaltermo de comparação da regra do tetomesmas regras do método vivo | +12,5%(35 medidos de 36) | +3,3%(43 medidos de 50) | +9,0%(46 medidos de 52) | +26,6% | +16,3% | +0,7% |
EXPLORATÓRIA declarada antes de rodar, depois do teste principalv0 + yield ≤ 1,5× a mediana do UNIVERSOisola o teto da mudança de paresfora da regra de decisão | +7,6%(44 medidos de 45) | +4,4%(49 medidos de 53) | +7,2%(58 medidos de 67) | +20,4% | +17,0% | +4,7% |
CANDIDATA banda 0,85–1 em TODAS as classes, sem guard de VP | +13,6%(33 medidos de 34) | +2,8%(30 medidos de 35) | +10,8%(30 medidos de 34) | +29,5% | +13,0% | +10,6% |
VIZINHO igual à v2 com banda inferior 0,90 (sensibilidade) | +12,0%(32 medidos de 33) | +3,0%(42 medidos de 49) | +11,2%(38 medidos de 43) | +28,3% | +16,5% | −0,4% |
VIZINHO igual à v2 com banda inferior 0,80 (sensibilidade) | +11,5%(34 medidos de 35) | +2,5%(46 medidos de 53) | +9,7%(44 medidos de 51) | +25,3% | +18,2% | −2,1% |
CANDIDATA + papel: 0,85 ≤ P/VP < 1tijolo/FoF: P/VP < 1 e VP/cota não caiu > 5% em 12m | +12,0%(33 medidos de 34) | +3,3%(43 medidos de 50) | +10,7%(41 medidos de 47) | +28,0% | +16,5% | −1,2% |
CANDIDATA + yield ≤ 1,5× a mediana da CLASSE oficial (papel/tijolo/FoF) | +5,5%(47 medidos de 48) | +2,7%(52 medidos de 59) | +8,4%(60 medidos de 71) | +17,5% | +18,6% | +9,0% |
ANTERIOR P/VP < 1yield ≥ mediana do universo≥ 10 meses pagos | +5,6%(50 medidos de 51) | +4,5%(52 medidos de 56) | +5,9%(61 medidos de 70) | +16,8% | +20,4% | +4,8% |
| IFIX | +6,2% | +4,7% | +9,7% | +21,9% de jun/2023 → jun/2026 | ||
Como foi decidido: as regras, os dados e o critério de aprovação foram escritos e datados no nosso registro interno ANTES de rodar (o teste principal em 30/08/2026; a regra do teto e as exploratórias depois dele, também antes de rodá-las) e publicados aqui junto com os resultados. A hipótese aprovada foi a banda de P/VP por classe oficial (v2): Núcleo acima do IFIX em 2 das 3 janelas e no acumulado, acima de “Evitar” nas 3 janelas, acima de Sólido no acumulado (a inversão que motivou o estudo desaparece), com 29 a 46 fundos por janela e vizinhos 0,80/0,90 também acima do índice. A banda para TODAS as classes foi rejeitada: “Evitar” passava a render mais do que Sólido — no tijolo o desconto é ciclo, não stress.
O teto de yield (1,5× a mediana) NÃO entrou na Grade: sozinho não melhorou o Núcleo (v1) e, dentro do pacote, o acumulado ficou 0,55 ponto abaixo da versão sem teto — a regra de decisão fixada antes de rodar mandava deixá-lo de fora. Ele vive como limite de peso na cesta do Índice do Cardume, não como critério. O filtro de universo (v3) ficou inconclusivo porque nossa base de informes começa em 2022 e esvazia a primeira janela. As duas exploratórias foram declaradas antes de rodar, depois do teste principal, sem poder próprio de virar método: a “v2 sem teto” era o termo de comparação da regra do teto — e, como o teto ficou de fora, o método vivo tem exatamente as regras dela (a execução oficial é a linha do método vivo); a “só o teto” isolava o teto da mudança de pares e ficou fora da regra de decisão.
O que mudou no método vivo: a classe de cada FII passa a vir da composição oficial do patrimônio declarada à CVM (não do nome do segmento); o P/VP no papel exige 0,85 ≤ P/VP < 1 (abaixo disso o mercado está antecipando perda de crédito ainda não marcada) e no tijolo/FoF mantém < 1 com o valor patrimonial preservado em 12 meses; o yield compara com a mediana da mesma classe. Totais e nomes dos critérios não mudaram. A tabela de faixas já mede o método vivo; na leitura de 30/08/2026, a variante v3 (sem teto) batia o IFIX em 1 das 3 janelas e no acumulado, e a v2 com teto batia em 2, com acumulado 0,55 ponto menor — publicamos ambas, e os números atuais de cada uma estão na tabela; a linha v0 é o método anterior, mantida para comparação.
A revisão olhou os mesmos 3 anos medidos aqui, por isso o resultado dos FIIs não é um teste independente. A prova independente é a forward, dia a dia, no Índice do Cardume.
O pré-registro é interno e datado por nós: mostra que a regra existia naquela data, mas não torna o teste independente nem elimina o viés in-sample — não é uma validação fora da amostra. Protocolo, datas e alterações ↓
Sem look-ahead nos dados (o método foi definido dentro da amostra — ver limitações). A carteira do ano Y usa a DFP do ano Y-1 (publicada até março) e o preço de fechamento do último pregão de junho: 3 meses de folga entre o dado existir e ser usado. Desdobramentos, grupamentos e bonificações entre a data do dado e o rebalance são aplicados às ações da DFP, aos proventos e ao VP/cota antes de classificar — tudo na escala do preço do dia. Exceção declarada: em um ano com desdobramento ou grupamento, para saber se o número de ações do balanço já vinha depois do evento, comparamos com o ITR de março (quando existe) ou com o balanço do ano seguinte, publicado depois do rebalance. Esse balanço só serve para detectar um desdobramento que os preços já mostravam — nunca entra na nota.
Fontes. Demonstrações CVM (DFP e informes mensais), fechamentos históricos da B3 (COTAHIST), proventos B3/CVM, desdobramentos e grupamentos com fator calibrado em eventos reais. Exceção declarada: nos proventos de FIIs, o histórico do Fundamentus completa a série quando falta o dado oficial (ver limitações).
Pesos iguais, 12 meses. Cada faixa vira uma cesta simulada de pesos iguais, montada em junho e medida até o junho seguinte, com proventos brutos reinvestidos (mesma convenção do Ibovespa, que já é índice de retorno total). Ativo sem retorno mensurável sai da média e é contado: “N medidos de M”.
Os critérios estão abertos na Metodologia do Cardume. A prova FORWARD — o método medido dia a dia — está no Índice do Cardume.
O método de FIIs foi revisado em 30/08/2026 olhando estes mesmos anos; o resultado dos FIIs não é um teste independente (a prova forward está no /indice).
O método foi definido conhecendo este período: os anos testados não são uma amostra nova, e nenhum número desta página é validação fora da amostra. Ter só dados publicados na época evita olhar para o futuro nos dados, não o viés de quem desenhou o método.
A base cobre as empresas listadas HOJE (~115 ações por ano). Quem quebrou ou saiu da bolsa no caminho não aparece, o que infla os retornos de TODAS as faixas. Por isso a comparação mais honesta é interna: Núcleo contra “Evitar” dentro do MESMO universo.
Só os critérios calculáveis com dados oficiais da época (7 nas ações: P/L, P/VP, lucro, dívida, ROE, crescimento, proventos · 3 nos FIIs: P/VP, yield vs pares, consistência). Os critérios de IA da Grade completa ficam fora — não dá para reconstruir o passado deles.
Corretagem, emolumentos e impostos não entram (1 rebalance por ano minimiza, mas não zera).
Os rendimentos dos FIIs vêm de três fontes com prioridade FIXA, decidida antes de ver o resultado: eventos oficiais da B3 (só a cota — os recibos de subscrição ficam fora), o histórico do Fundamentus (desde 2016) e os informes mensais CVM. Em cada mês conta UMA fonte por fundo, separando renda de amortização: a amortização entra no retorno total (é dinheiro que o cotista recebe), não na classificação. Cobertura: 127 a 135 dos 146 fundos com 10 ou mais meses de renda em cada janela; os restantes são fundos que estrearam ou encerraram no meio da janela. Duas lacunas declaradas: HGPO11 devolveu cerca de R$ 189 por cota em 2024 e só R$ 57 constam das fontes; NCHB11 não tem série em nenhuma fonte.
Cada ativo da faixa pesa o mesmo. É uma medida da faixa, não uma carteira para seguir.
A cesta simulada de cada faixa é montada no último pregão de junho e fica parada por 12 meses. As quedas dentro do ano não aparecem nos pontos anuais.
Em ano com desdobramento ou grupamento, o número de ações do balanço de 31/12 é comparado com o ITR de março (sem olhar o futuro) ou, sem ITR na base, com o balanço do ano seguinte, que só sai depois do rebalance. Esse balanço decide apenas a escala de um número que já era público; nenhum critério da nota o lê. Na execução publicada: 23 casos com evento, 1 corrigido. Em 2 casos não havia na base nem o ITR de março nem o balanço seguinte, e a escala ficou por conferir — nesses o desdobramento pode estar contado duas vezes.
Quando um ativo da faixa não tem retorno mensurável na janela (deixou de negociar ou a série acaba antes do fim), ele sai da média e é contado: a célula mostra “N medidos de M”.
As faixas contam critérios cumpridos — a escala do backtest é linear, não a curva da Grade exibida na plataforma.
Um período simulado não prova que o resultado se repita, não promete retorno e não é recomendação de investimento.
Regras escritas no desenho aprovado em 16/07/2026 e publicadas com a página em 17/07/2026. O desenho de 16/07/2026 previa o rebalanceamento em 30 de abril; na implementação do motor, em 17/07/2026, ele passou para o último pregão de junho, porque as séries do Ibovespa e do IFIX na nossa base começam em junho de 2021. Regras publicadas: cesta simulada montada no último pregão de junho e medida por 12 meses; balanço do ano anterior (DFP) e informes CVM só depois de publicados; faixas pelo número de critérios determinísticos cumpridos; pesos iguais; retorno total com proventos brutos reinvestidos; Ibovespa (ações) e IFIX (FIIs) como referência; sem custos nem impostos. O método de ações não teve pré-registro: foi definido conhecendo este período.
Hipóteses (teto de yield; P/VP em banda por classe oficial; classe pela composição do patrimônio declarada à CVM), variantes, dados e critério de aprovação escritos e datados no nosso registro interno em 30/08/2026, antes de rodar. Critério de aprovação da banda de P/VP: Núcleo acima do IFIX em pelo menos 2 das 3 janelas e no acumulado; Núcleo acima de “Evitar” nas 3 janelas; Núcleo pelo menos igual a Sólido no acumulado; pelo menos 10 fundos no Núcleo por janela; e as bandas vizinhas (0,80 e 0,90) também acima do IFIX no acumulado. As duas variantes exploratórias foram declaradas depois do teste principal, também antes de rodá-las, sem poder de flip pelo próprio resultado; a escolha entre a v2 com e sem teto coube a uma regra de decisão fixada antes de rodá-las (o teto fica só se o Núcleo com teto for ≥ ao Núcleo sem teto no acumulado e não perder janelas batidas). Pela regra, ficou a v2 sem teto: o método vivo dos FIIs (a v2 sem o teto de yield) ficou acima do IFIX em 1 das 3 janelas e no acumulado na leitura do teste (30/08/2026) — sozinho, não cumpre o primeiro item do critério; a v2 com teto, que o cumpre (2 das 3 janelas e o acumulado), é publicada ao lado na seção “Revisão de método”.
6 revisões datadas (29/08/2026, 30/08/2026, 07/09/2026, 04/10/2026 (2), 09/10/2026), cada uma com o que mudou, o porquê e os números antes e depois — no histórico de revisões abaixo.
O pré-registro é interno e datado por nós: mostra que a regra existia naquela data, mas não torna o teste independente nem elimina o viés in-sample — não é uma validação fora da amostra.
Os retornos citados neste histórico são leituras datadas do backtest (simulado, in-sample, histórico não prevê resultado futuro); os do Ibovespa e do IFIX são séries reais (histórico não prevê resultado futuro).
O resultado de FIIs publicado de 17/07 a 29/08 (+31,5% em 3 anos) estava INFLADO por um erro nosso de unidade no informe CVM. Corrigido no meio do dia 29/08 para +8,3%, o número passou a ficar SUBESTIMADO por três defeitos de dados que nosso próprio teste de sanidade pegou no mesmo dia: um terço dos fundos entrava sem série de proventos; sete desdobramentos (GALG11, BCFF11, MCHY11, NCHB11, RBRF11, SARE11, RBFF11) não constavam do corpus da B3 e contavam como quedas de 80-90% — confirmamos cada um pelas cotas emitidas nos informes CVM; e a B3 atribuía à cota rendimentos dos recibos de subscrição (+2% inventados em 21 fundos). Com a série completa e os eventos corrigidos, o Núcleo de FIIs ficou em +15,3% em 3 anos (IFIX +21,9%), a faixa Sólido em +19,9% e a faixa “Evitar” em +6,7%. Naquela leitura, o método separou nos FIIs (Núcleo acima de “Evitar” em 2023-24 e 2024-25, e “Evitar” foi o pior corte), mas não bateu o índice — e o corte mais exigente (P/VP abaixo de 1, yield acima dos pares e consistência) rendeu MENOS do que a faixa Sólido naquele período. Publicamos os três números em sequência porque é isso que “prova pública” quer dizer. As faixas de ações não dependem destes dados e não mudaram.
Depois da correção de dados de 29/08, estudamos POR QUE o Núcleo de FIIs rendia menos do que a faixa Sólido: no papel, P/VP abaixo de 0,85 foi negativo nas três janelas e o yield acima dos pares selecionava sistematicamente o pior tercil. Em vez de ajustar os critérios ao resultado, pré-registramos um teste (regras, dados e critério de aprovação escritos e datados no nosso registro interno antes de rodar, e publicados aqui junto com os resultados — seção “Revisão de método” acima) e só a hipótese que passou entrou no método: P/VP em banda por classe oficial (composição do patrimônio declarada à CVM) e pares do yield pela mesma classe — sem o teto de yield, que ficou de fora pela regra de decisão fixada antes de rodar as exploratórias (por isso o método vivo tem as mesmas regras da exploratória “v2 sem teto”). Com essa regra o Núcleo de FIIs passou a +27,5% em 3 anos (IFIX +21,9%) — acima do índice na janela 2023-24 (a crise do papel high yield) e ligeiramente abaixo nas outras duas (+3,3% vs +4,7%; +9,3% vs +9,7%) — e a faixa “Evitar” cai para +1,9%, a maior separação de todas as variantes. O número anterior (+15,3%) continua publicado na linha v0. A Grade de cada FII em produção foi recalculada no mesmo dia com a regra nova.
Uma revisão adversarial do próprio motor encontrou um defeito de MEDIÇÃO, não de método: quando a série de um membro existia mas acabava no meio da janela (deslistagem, ou uma das sete renomeações da B3 — ELET3→AXIA3, EMBR3→EMBJ3, ARZZ3→AZZA3, CCRO3→MOTV3, RRRP3→BRAV3, TRPL3/4→ISAE3/4), o retorno PARCIAL era contado como se fosse o dos 12 meses. O motor promete que membro sem retorno mensurável é excluído E contado (“skipped”); a promessa não cobria este caso. Corrigido: a série tem de cobrir o fim da janela (folga de 10 dias para ponte e feriado). Na leitura de 07/09/2026, com a correção, o Núcleo de ações passou de +40,6% para +38,9% (Ibov +34,8%), a faixa “Evitar” de −28,2% para −25,7%, e o Núcleo de FIIs de +27,5% para +28,5% (IFIX +21,9%) — números daquela data; os atuais estão nas tabelas acima. Naquela revisão as conclusões não mudaram — o método seguia separando e a faixa “Evitar” seguia sendo a pior — mas os números publicados até aquele dia estavam ligeiramente errados e ficam aqui registrados.
Números recalculados em 04/10/2026 com ajuste de desdobramentos e grupamentos entre a data do balanço e a do rebalance. Antes disso, a classificação usava o número de ações da DFP como estava. A escala das ações em ano com desdobramento é conferida contra o balanço seguinte (ou o ITR de março, quando existe): em 1 de 23 casos com evento a CVM já trazia a quantidade depois do evento e o fator deixou de ser aplicado duas vezes.
Números recalculados em 04/10/2026 com ajuste de desdobramentos e grupamentos das cotas entre a data do dado e a do rebalance: os proventos dos 12 meses e o VP/cota (o atual e o de 12 meses antes) passaram à escala do preço do rebalance. Antes disso, um desdobramento no meio do ano inflava o yield e fazia o VP de 12 meses antes parecer erodido.
O backtest de ações contava duas vezes as empresas com mais de uma classe negociada no nosso universo (ex.: PETR3 e PETR4, BBDC3 e BBDC4), como se fossem duas apostas independentes. Corrigido: em cada rebalanceamento entra uma só classe por empresa — a ação ordinária ou preferencial (nunca a unit, quando a empresa tem as duas) com maior volume médio nos 20 pregões ATÉ essa data, sem olhar para o futuro. Na leitura de 09/10/2026 o Núcleo de ações passou de +44,4% para +42,9% (Ibov +34,8%), a faixa Sólido de +50,2% para +47,8% e a faixa “Evitar” de −16,6% para −17,1% — números daquela data; os atuais estão nas tabelas acima. Naquela leitura, o Núcleo ficou acima do índice e a faixa “Evitar” foi a pior. Os FIIs não são afetados (cada fundo tem uma só cota).
Os critérios quantitativos testados aqui, mais os qualitativos que o backtest não reconstrói, com os dados mais recentes da CVM e da B3 — abertos, um a um. Como a Grade funciona →